segunda-feira, 31 de maio de 2021

Formatura da Teologia - Instituto teológico "Ap Terezinho Martins da Rocha"

 No dia 22 de Maio de 2021 tivemos a solenidade de colação de grau dos novos formandos do curso Básico de teologia:

1. Ana Paula Lírio do Vale Veloso (sede)

2. Alan de Araújo Dias (sede)

3. Alex Sandro Oliveira de Sousa (sede)

4. Carlos Henrique Morgantini (sede)

5.Evair Tiago Santana (sede)

6.Felipe do Vale Veloso (sede)

7.Felipe Sofilo de Oliveira ( Carrãozinho)

8.Karla Guedes de Oliveira ( Carrãozinho)

9.Leomar Cordeiro Coelho (sede)

10.Leonardo José da Silva ( Carrãozinho)

11.Luciano costa Sousa ( Carrãozinho)

12.Marilene de Lima Pinto (sede)

13.Rosélia Costa Sousa ( Carrãozinho)

14.Rosilene Mateus da Silva ( Carrãozinho)

15.Wandilson Ferreira Soares (sede)
























DIP - Dia da Igreja Perseguida - Fotos e Videos
















 

Dia da Igreja Perseguida - DIP

 Em 30 de Maio de 2021 a Igreja Sede Assembléia de Deus Missão Profética realizou um culto em homenagem a Igreja Perseguida em todo mundo.

Entenda: 

Na educação antiga, as inquietações morais levaram para o desenvolvimento do uso da razão pelo filósofos gregos, era uma educação escassa, restrita a elite que buscava tutores para formar a personalidade seus pupilos através do ensinos das virtudes e da busca pela verdade.

A partir da revelação a Abraão a noção de transcendência se integra ao conhecimento coletivo dos povos; a devoção a Deus tornou-se fator preponderante na dedicação a vida intelectual; aos poucos formaram as universidades onde os alunos buscavam mestres da Europa para aprender sobre filosofia, teologia, direito e medicina;  é formada a comunidade internacional de acadêmicos.

Nesta época ocorre a união entre a filosofia grega e a tradição religiosa, resultando das concepções das artes liberais; o ensino técnico ficava a cargo das Guildas, onde ensinava os trabalhadores a exercer a sua profissão ; esse ensino que chegou ao Brasil no século 16.

Logo depois do descobrimento fundaram o pátio do colégio a primeira escola do Brasil.

Só após a reforma protestante o sistema de ensino se fortaleceu, foi rompendo com a transmissão de ideias da igreja católica e também começou a ser usado pelos estados como meio de propagação de ideias.

É nesse período que surge a educação compulsória,  onde leis obrigavam crianças a frequentar  instituições de ensino criados pelo governo, com penas de aprisionamentos caso fossem descumpridas, a revolução cientifica transforma o significado das palavras, educação e conhecimento.

A descoberta de padrões matemáticos e de métodos científicos entusiasma muitos pensadores a desenvolver uma nova concepção de direitos humanos; o iluminismo francês acaba por proibir escolas religiosas, a tradição passa a ser condenada como uma coisa ruim, vista como inimiga da vontade popular e do bem comum.

No Brasil o iluminismo teve sua expressão através do ditador português Marques do Pombal que expulsou os Jesuítas fechando as escolas e mosteiros espalhados pelo Brasil no fim do século 18; orientado por José  Bonifácio Leopoldina Raps Burgo, sob os perigos do iluminismo francês. Dom Pedro declara a independência do Brasil.

1839 a revolução industrial chama os trabalhadores para as fabricas modernas, fazendo surgir duas novas grandes demandas; a mão-de-obra qualificada e um lugar para deixar as crianças durante o trabalho; a educação obrigatória torna-se massificada para atender um numero cada vez maior de pessoas e transforma-las em trabalhadores; em 1854 a educação tranforma-se em ensino; a busca pela verdade sai de cena e dava espaço para beneficiar a produção econômica ; observando essas mudanças educadores desenvolvem a pedagogia nova pautada pela filosofia pragmática que defendia não ser capaz de conhecer a verdade e portanto devia adequar as verdades aos seus objetivos.

O professor passou a ser visto como um incentivador responsável por aplicar métodos para desenvolver um cidadão apto para a vivência democrática e para o trabalho assalariado,

O pragmatismo foi importado para o Brasil por Anisio Teixeira e os adeptos da  escola nova que disputavam com as correntes católicas e comunistas o controle da educação Brasileira.

A partir dos conceitos propagados pela filosofia de Ton Regan cada vez mais surgem mais teorias sobre o papel do estado e das relações sociais .

No século 20 essas ideologias revolucionárias iram disputar o mapa do planeta Terra enxergando o sistema educacional (surge a pedagogia critica comunista), como mais uma ferramenta de combate politico. Na revolução cultural chinesa a escola ganhou protagonismo no combate ideológico; a pedagogia critica visava formar os alunos como agentes transformadores da sociedade, o professor seria o libertador e removeria o hospedeiro burguês das crianças.

Essa visão se amplificou para o mundo através dos protestos na França iniciados nos eventos de maio de 1968; Paulo freire é o grande nome a disseminar o vinculo da revolução cultural com a pedagogia no Brasil, estabelecendo esses fundamentos na sua maior obra a Pedagogia do Oprimido,

O que vemos hoje no Brasil é a fusão da revolução critica revolucionária e o ensino pragmático para o trabalho; a primeira educa o homem como agente transformador da sociedade; ou seja, a primeira preocupação é acabar com instituição chamada família, porque a família é o projeto de Deus, essa filosofia ideológica luta contra tudo que se chama Deus, e que foi criado por Deus; disseminam a ideologia de gêneros, a liberação das drogas, abortos, bigamia, entre outras aberrações.

Os docentes só almejam por uma consciência revolucionária e os alunos só querem usar drogas, ganhar dinheiro sem trabalhar ou sem produzir coisa alguma, e no final ostentam um diploma que não serve pra nada.

A educação brasileira foi condenada aos últimos lugares do mundo.

Não é novidade para ninguém que o QI médio da população brasileira vem caindo com velocidade alarmante. Nem que os nossos estudantes tiram sistematicamente os últimos lugares nos testes internacionais. Nem que entre os alunos diplomados que as universidades despejam anualmente no mercado 50 por cento são analfabetos funcionais.

a inteligência humana tem a peculiaridade de que, ao contrário do dinheiro e da saúde, quanto mais a gente a perde menos dá pela falta dela. Daí que a inépcia endêmica cresça pari passu com a incapacidade de percebê-la em tempo de corrigi-la. Se as classes dirigentes e opinantes conservassem um pouquinho da perspicácia que tinham em outras épocas, a crise da inteligência nacional, tal como observada sobretudo entre os estudantes, seria objeto de preocupação extrema e debates acalorados no Parlamento, na mídia e nas universidades. Se nesses meios reina, ao contrário, o silêncio da indiferença, é precisamente porque a imbecilização crescente não afeta somente as novas gerações ou as classes populares, mas já subiu aos altos escalões e domina soberanamente os destinos da nação, cada vez mais desarmada ante um panorama mundial superior à sua compreensão.

Sergio Lessa Disse: Nós, comunistas, somos de fato a favor de uma sociedade sem classes, sem Estado, sem propriedade privada. Uma sociedade na qual a abundância torne desnecessárias as religiões, – esse consolo ideológico que transforma a miséria terrena em paraíso espiritual. E, o que agora nos interessa, somos também contra a família monogâmica. Casamento é quase sinônimo de conflitos, dores, sofrimentos dos mais variados tipos. Frustrações, tristeza e melancolia são elementos que estão presentes em todas as famílias, em algum grau e em alguma medida – por vezes de modo muito forte

https://direito.mppr.mp.br/arquivos/File/LESSASergio.pdf

A biografia de Marx é repleta de apologias a extermínios em massa de "raças inferiores" e a ditaduras  se surpreende com sua notável franqueza em relação aos objetivos do comunismo. Karl Marx afirmava que a família é uma instituição espinhosa e que precisa ser abolida.

Apesar de no Brasil de hoje não encontrarmos mais perseguições, é possível percebermos de forma nítida, por parte da imprensa e dos formadores de opinião, um claro preconceito contra aqueles que se dizem seguidores de Cristo.

A Constituição de 1988 nos garante liberdade de fé e religião. O artigo 5º da Carta Magna diz que “É inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias”. Todavia, apesar de no Brasil de hoje não encontrarmos mais perseguições como outrora, é possível percebermos de forma nítida, por parte da imprensa e dos formadores de opinião, um claro preconceito contra aqueles que se dizem seguidores de Cristo.

Nessa perspectiva, tornou-se comum encontrarmos na TV, rádio e cinema, acintes e deboches dos mais variados possíveis, cujo objetivo final é a desmoralização de todos aqueles que professam sua fé em Jesus. Senão bastasse isso, cresce a olhos vistos aqueles que, em nome do estado laico, querem restringir a ação dos evangélicos às suas reuniões e templos, impedindo-os assim, de divergirem dos conceitos e valores de uma geração secularista, absorta em pecado e absolutamente antagônica àquilo que a Bíblia prega e e defende.

Que o Senhor tenha misericórdia de sua Igreja e nos guarde do mal. 

Que o Senhor, nosso Deus, Em nome de Jesus, teu Filho, nos ajude a enfrentar este mundo cheio de sofrimento e injustiças. Aumenta a nossa fé e nos dê forças para que com a tua graça possamos lutar e orar por um país e um mundo melhor.

Bispo Samuel Mendes.

 


sábado, 23 de novembro de 2019

Conselhos para Pregadores e pregadoras


Conselhos para Pregadores e pregadoras
Bispo samuel Mendes de Sales

Querido, me peguei lendo um artigo de 2015 publicado pelo Pastor Ciro Sanches Zibordi da Assembléia de Deus do Belém; o mesmo escreve, de modo geral, sobre o ministério e também em seu livro “Mais Erros que os Pregadores Devem Evitar (CPAD, 2007)”.

Neste texto, quero trazer a baila muitos ensinamentos do Pastor Zibordi, tendo em vista o crescimento do número de pregadores e pregadoras, nos últimos anos (e com ele o surgimento de alguns perceptíveis desvios da sã doutrina), apresento-lhes, sem nenhuma presunção, alguns conselhos. A rigor, são os mesmos que sempre tenho falado em minhas oportunidades nas reuniões de obreiros, sobre o comportamento dos obreiros e erros que estes devem Evitar, primeiro de uma série para pregadores, mas com alguns destaques específicos alusivos ao que tenho presenciado em ministrações femininas, in loco, e também assistindo a vídeos na Internet. Vamos aos conselhos.

Para as Mulheres:
1. Sejam femininas, e não imitadoras de homens. Gosto de ouvir pregadoras. Mas é desagradável ver mulheres abrindo mão de sua feminilidade para imitar os pregadores performáticos. Pense na situação inversa: um homem imitando uma mulher. Isto não causa estranheza? Há alguns anos, temos conhecido uma pregadora atualmente ex-ex-lésbica (isto mesmo: ex-ex-lésbica) fazia sucesso na Assembleia de Deus, tive a oportunidade de ver uma de suas mensagens em VHS. Que decepção! Postura masculinizada, voz de machão, trejeitos e bordões de animadores de auditório etc. As mulheres deveriam falar como mulheres, pois têm um modo especial de comunicar as verdades de Deus. Por isso, no âmbito familiar, Deus deseja que pai e mãe participem da educação dos filhos: “Filho meu, ouve a instrução de teu pai e não deixes a doutrina da tua mãe” (Pv 1.8). Ou seja, a sã doutrina é a mesma, porém a maneira de comunicá-la, por parte de homem e mulher, é diferente.

Para Homens e Mulheres:
2. Preguem a Palavra de Deus. Repito: os conselhos que eu tenho dado aos pregadores são extensivos às pregadoras. Se Paulo disse a Timóteo: “Prega a palavra” (2 Tm 4.2, ARA), isso vale para todas e todos que desejam pregar o Evangelho. O apóstolo não disse: “Anime auditório”, “Pregue o feminismo” ou “machismo”,  “Desafie seus desafetos em público”. Mas, na atualidade, para tristeza do Espírito Santo, muitos pregadores e pregadoras embarcaram na canoa furada da pregação performática, ofensiva e desafiadora. Berram ao microfone. Ofendem seus pares, ainda que de modo indireto. Valem-se de bordões. Movimentam-se, coreograficamente, como se estivessem liberando algum tipo de raio destruidor etc.

Parem com isso, por favor! Honrem a chamada que receberam do Senhor. Muitos dizem que cada um tem o seu estilo. Quer saber qual é o estilo de pregação que agrada a Deus? Leia 1 Coríntios 2.1-5, em oração. O que vemos quando olhamos para o pregador Apóstolo Paulo, um imitador de Cristo? Um showman? Um pregador malabarista? Um coreógrado de púlpito? Não! Aprendemos com ele que não é preciso animar auditório nem chamar todos os holofotes para si. Preguemos, pois, a Palavra de Deus! Com graça e ousadia, como fez Estêvão diante daqueles que o acusavam. Ele foi apedrejado, é verdade; taparam os ouvidos, também é verdade. No entanto, quando Estêvão, cheio do Espírito, olhou para o céu, viu Jesus em pé, em sinal de aprovação, à direita de Deus (At 7).

Para Homens e Mulheres:
3. Sejam um exemplo em tudo. Como arautos de Cristo, não pregamos apenas com o microfone à mão, pois devemos pregar o que vivemos e viver o que pregamos. Algumas irmãs e irmãos, infelizmente, parecem ter a “unção do microfone”, já que fora do púlpito têm uma conduta completamente diferente da que ostentam nas igrejas. Não existem supercrentes, mas, com exceção de alguns recursos de oratória que usamos durante a pregação, nossa vida nos bastidores não deve ser muito diferente da que ostentamos no púlpito. Observe o que o apóstolo Paulo disse aos presbíteros de Éfeso: “Vós bem sabeis, desde o primeiro dia em que entrei na Ásia, como em todo esse tempo me portei no meio de vós” (At 20.18).

Cuidado com o porte, amado(a) irmão(ã)! Este abarca conduta e postura, o que você de fato é e o que aparenta ser. Se você aparenta ser santo(a) no púlpito, por que não ser santo(a) nas redes sociais e no trato com as pessoas? Lembre-se de que a pregação neotestamentária não consiste apenas em palavras. Ela abarca três termos gregos que aparecem em 1 Tessalonicenses 1.5, uma das passagens que definem a pregação, no Novo Testamento: logos, pathos e ethos. Em outras palavras, abrange a pregação propriamente dita (logos), a forma como a mensagem é apresentada, com unção do Espírito Santo e uso de recursos homiléticos (pathos) e porte: conduta e postura éticas (ethos). Daí vemos a necessidade de se preparar, fazer esboço, para então pregar a palavra.

4. Não busquem títulos e posições. Pregadora é pregadora. Pregador é pregador. Não precisam de um título pomposo para pregar o Evangelho, a menos que queiram prevalecer pelo “braço de carne”, e não pelo Espírito Santo (cf. 2 Cr 32.8; Zc 4.6). Filipe era pregador do Evangelho, apesar de ter sido escolhido para cuidar do trabalho material da igreja em Jerusalém (At 6.1-5; cap. 8). Só no fim da terceira viagem missionária de Paulo, em Cesaréia, Filipe foi chamado de evangelista (21.8). Mas, antes de receber esse título, ele já pregava, pois não é o título que faz a pessoa; é a pessoa quem faz o título.

Sinceramente, fico preocupado quando vejo pregadores e pregadoras procurando ostentar títulos para terem maior credibilidade. Ao que me parece, essas pessoas  não acreditam que Deus está com elas, caso não tenham um título pomposo. Precisam ostentar o título de “Apostolo, bispo ou bispa, evangelista, Pastor, etc”. Não nos esqueçamos de que Paulo, constituído por Deus pregador, apóstolo e doutor dos gentios (1 Tm 2.7), fazia questão de se apresentar, prioritariamente, como “servo de Jesus Cristo” (Rm 1.1), a quem servia em seu espírito (v. 9), deixe que os outros te tratem com honra e na faça questão dessa honra, pois a melhor honra é ser reconhecido como servo do Deus altíssimo.

5. Sejam humildes. Paulo honrou várias mulheres, mencionando-as em Romanos 16 como Priscila, citada primeiro que seu próprio marido (v. 3), porque elas certamente eram humildes. Priscila, inclusive, foi quem contribuiu para o aprendizado de Apolo, um homem que já era “poderoso nas Escrituras” (At 18.24-28). Ainda que o Senhor é excelso, atenta para quem é humilde (Sl 138.6; 1 Pe 5.5,6), mas é triste ver pregadoras agindo com soberba no púlpito e dizendo frases impróprias, como: “Se eu, sem ter uma gravata, faço o que faço, imagine o que eu faria se tivesse uma”; “Mesmo com os homens atrapalhando, eu continuo vencendo” ou “Como os homens são frouxos, Deus tem levantado as mulheres, que são corajosas”. Lembremo-nos, sempre, de que a “soberba precede a ruína, e a altivez do espírito precede a queda” (Pv 16.18).
Mulheres honrem os homens que tem autoridade sobre vocês, eclesiasticamente e vossos esposos.
6. Respeitem os pastores. Há uma tendência, pelo que tenho notado, de as pregadoras famosas serem tentadas a verberar contra os pastores, sugerindo que eles as invejam, se opõem ao seu ministério e são machistas etc. Essa rebeldia, que tem levado muitas irmãs a promover a inglória guerra de gêneros, a nada leva. Já pensou o que aconteceria, se os pastores resolvessem responder a cada provocação feminista? Onde isso vai parar? Homens e mulheres devem ser submissos a Deus e ao ministério estabelecido pelo Senhor (1 Co 12.28; Ef 4.11). Qualquer crente deve obedecer ao claríssimo mandamento de Hebreus 13.17: “Obedecei a vossos pastores e sujeitai-vos a eles; porque velam por vossa alma, como aqueles que hão de dar conta delas”.

7. Mulheres, Sejam femininas, e não feministas. Muitas pregadoras não abrem mão da feminilidade (o que é bom, como já vimos), mas têm um outro defeito: adotam um discurso bastante hostil em relação aos homens. Apesar de elas estarem pregando em grandes congressos e sendo tratadas com todo o respeito, inclusive pelos homens, elas agem como se estivessem sendo oprimidas pelo patriarcado! Sempre quando têm oportunidade, numa oportunidade ou mesmo durante suas prédicas, dizem que nas igrejas ainda prevalece o machismo. Alegam que isso é herança do judaísmo, da conduta machista de Paulo etc. E verberam contra os homens, pregando o questionável igualitarismo feminista, que, embora esteja na moda, não se coaduna com o ensinamento neotestamentário.

Em relação ao Antigo Testamento, quem deu a lei a Moisés? O próprio Deus! Não há que se falar de patriarcado opressor. Isso é linguagem de movimentos feministas de esquerda, e não de servas do Senhor que se prezam! Se defendermos que havia machismo na lei dada a Moisés, chegaremos à conclusão de que o próprio Deus era machista! Quanto a Paulo, nenhum machista mandaria os homens amar a sua própria mulher (Ef 5.25) nem faria questão de mencionar nominalmente as mulheres que o ajudaram (Rm 16 etc.). Em relação a Jesus — já que para as “feministas cristãs”, Ele não valorizou mais as mulheres por causa da prevalência do machismo na sociedade patriarcal —, sabemos que o Mestre veio para quebrar paradigmas. E, se quisesse, teria escolhido seis casais, e não doze homens, visto que “chamou para si os que ele quis” (Mc 3.13).

Infelizmente, algumas pregadoras já foram cooptadas pelo pernicioso movimento feminista, que, em geral, é abortista, se opõe à cosmovisão judaico-cristã e às Escrituras, além de demonizar o homem (SCRUTON, 2014; ZIBORDI, 2016). Sei que há vários tipos de feminismo, alguns mais extremistas e outros mais moderados. Reconheço os direitos femininos pelos quais homens e mulheres cristãos devem lutar. Mas o discurso belicoso, oriundo do feminismo anticristão, que produz frases como “Mexeu com uma, mexeu com todas”; “Machistas não passarão” etc., não deve ser adotado pelas pregadoras que se prezam. Machismo e feminismo devem ser rechaçados por todos os cristãos, indistintamente, pois são filosofias contrárias à Palavra de Deus. Preguemos, pois, o Evangelho, e não ideologias polarizantes (Rm 1.1,16; 1 Co 9.16).
Queridos pregadores da palavra de Deus cuide de ti mesmo e da doutrina.
Deus vos conceda graça.
Bispo Samuel Mendes de Sales

Cuidando da formação do crentes


Cuidando da formação do crentes
2 Tm 4:1-4 “Conjuro-te diante de Deus e do Senhor Jesus Cristo, que há de julgar os vivos e os mortos, na sua vinda e no seu reino,
Que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina.
Por que vira tempo  em que não sofrearão a a doutrina; mas tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências;
E desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fabulas.
Esta geração esta sedenta por coisas espetaculares.
Desejos de ver o extraordinário.
Busca por milagres.
Curiosamente as três gerações que mais assistiram milagres foi:
Geração de Moises
Geração de Elias
Geração dos Apóstolos
Também foram as três gerações mais incrédulas da Historia da Humanidade
É bom afirmarmos que:
Nós cremos em milagres
Nós oramos por milagres
Nós pregamos sobre milagres
Porém:
Os milagres não são o evangelho e nem o substituto dele.
Veja a ilustração Bíblica:
Mateus 17:2-3 E transfigurou-se diante deles; e o seu rosto resplandeceu como o sol, e as suas vestes tornaram-se brancas como a luz.
E eis que lhes apareceram Moisés e Elias, falando com ele.
No monte da transfiguração Jesus foi transfigurado e Moisés e Elias apareceram em Glória conversando com Jesus sobre a sua partida para Jerusalém.
La estavam Pedro, Tiago e João
Eles viram quatro milagres:
Jesus glorificado
Moises e Elias conversando com Ele
Uma nuvem luminosa e de dentro da nuvem uma voz divina: Mateus 17:5 E, estando ele ainda a falar eis que uma nuvem luminosa os cobriu.
E da nuvem saiu uma voz que dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo; escutai-o.
Não obstante verem milagres eles não tinham discernimento quando Pedro disse:
Mt 17:4 E Pedro, tomando a palavra, disse a Jesus: Senhor, bom é estarmos aqui; façamos aqui três tendas, uma parta ti, uma Moises e uma para Elias.
Lucas 9:33: “...não sabendo o que dizia”.
Diz a bíblia que ele não sabia o que estava falando, por que colocou Jesus no mesmo patamar do representante da Lei e dos Profetas.
Vendo milagres mais não discernindo a centralidade da pessoa de Jesus.
Esta é a geração que quer ver coisas sobrenaturais mas não discernem as verdades elementares e essenciais da Bíblia.
Eles não discerniram a centralidade da pessoa de Jesus.
Eles não discerniram a centralidade da missão deles mesmos.
Eles não discerniram a essência da própria adoração.
É muito importante conhecermos a verdade.
Jesus disse: Mc 12:24 E Jesus, respondendo, disse-lhes: por ventura, não errais vós em razão de não saberdes as Escrituras nem o poder de Deus?
Aqueles que não conhecem a verdade, não estudam a palavra de Deus; os que não são alimentados com as verdades que emanam das escrituras, vão ser massa de manobra nas mãos dos espertalhões.
Mas se você for um crente que examina tudo que escuta a luz da bíblia, então você não vai substituir o evangelho por milagres.
Você vai ter discernimento espiritual e não será levado por barulhos e movimentos e doutrinas errôneas sem respaldo bíblico.

A preocupação do Obreiro com a literatura


A preocupação do Obreiro com a literatura
Dentre os muitos assuntos tratados, este é um dos que sentimos o dever de tratar com o máximo cuidado, visto ser um assunto que está arraigado na nossa própria constituição e consciência denominacional.
A - Uma Análise Necessária
É impossível sermos coerentes com a verdade, sem termos de admitir que por muitas décadas, de uma ou de outra forma fomos ensinados a desprezar qualquer tipo de literatura que não importando quão bíblica se dissesse que essa literatura era. Nesse zelo sincero, porém sem entendimento, muitos de nós aprendemos que consistia numa falta de fé e de espiritualidade ler qualquer outra literatura que não fosse a Bíblia.
B – O que Isso Mudou
Indiscutivelmente a grande transformação social e cultural pela qual tem passado o mundo nestas últimas duas décadas, tem levado a Igreja e os seus líderes a admitirem que eles também contribuam para que coisas novas aconteçam a cada momento, sem constituírem inovação antibíblica.
Há atualmente um acentuado interesse dos nossos obreiros pela literatura evangélica dum modo geral, inclusive insistindo para que os crentes se dediquem à leitura da literatura comprovadamente edificante. O que é interessante em tudo isto é que a leitura da Bíblia não tem perdido a sua essencialidade. Os crentes lêem livros, revistas, jornais, panfletos, porém tem sempre a Bíblia como leitura principal.
Antes, um obreiro que possuísse mesmo que fosse uma pequena biblioteca, corria o risco de ser tido como pregador modernista; isto de tão raro é se conhecer um obreiro que não tenha seus bons livros, uma assinatura de uma revista ou de um jornal evangélico.
C - Aprendendo Com Paulo
Paulo, o mais culto dos escritores do Novo Testamento, estava encarcerado em Roma, aguardando o momento do seu martírio quando escreveu a Timóteo, seu fiel companheiro no ministério:
“Quando vieres, traze a capa que deixei um Trôade em casa de Carpo, bem como os livros, especialmente os pergaminhos“ (2 Tm 4:13) .
A opinião mais comum entre os mais abalizados comentadores da Bíblia é que  “os pergaminhos” aos quais Paulo se refere, eram manuscritos de livros do Antigo Testamento, enquanto que “os livros“ poderiam ser comentários judaicos a respeito dos mesmos. Muito interessante observar como Paulo apreciava “os livros”, sem, contudo desprezar “os pergaminhos”, aos quais preferia acima de tudo.

Pentecostalismo


O que é o pentecostalismo?
Muitos crentes se dizem pentecostais, mas não vivem o que pregam. Eles compõem o pentecostalismo nominal. São teóricos e dificilmente experimentam a sobrenaturalidade do Evangelho. O pentecostalismo é um segmento cristão, bíblicocêntrico já que tem as Escrituras como a sua fonte primária de autoridade, formado por crentes em Jesus Cristo, verdadeiramente salvos, fiéis, sinceros, que seguem ao que está escrito na Palavra de Deus.
Os pentecostais crêem no que a Palavra de Deus assevera acerca da ministração multifacetada do Paracleto: batismo no Espírito como revestimento de poder com a evidência de falar em línguas de modo sobrenatural (At 2; 1 Co 12-14 etc.), o fruto do Espírito (Gl 5.16-23; Ef 5.9-19; Cl 3; 2 Pe 1.4-9 etc.), além de dons congregacionais e ministeriais (1 Co 12.1-11; Mc 16.15-20; 1 Co 14.26, Ef 6.11-15 etc). Eles respeitam o primado das Escrituras, considerando estas a sua regra de fé, de prática e de viver.
O que é o pseudopentecostalismo?
Há também irmãos que se dizem e pensam ser pentecostais, mas não querem abraçar as Escrituras. Estas não são a sua fonte primacial de autoridade. A maioria deles é de neopentecostais, cristãos experiencialistas e ingênuos, que seguem a qualquer manifestação pseudopentecostal sem nenhuma análise, ao contrário dos crentes de Beréia (At 17.11). Para os neopentecostais ou pentecostais mal-orientados, modismos, como “cair no Espírito”, “unção do riso”, “unção do leão”, “dente de ouro”, etc., são obras divinas. Mas a Palavra de Deus nos manda julgar, examinar tudo e reter o que é bom, verdadeiro (1 Co 2.15; 1 Ts 5.21; 1 Jo 4.1; 1 Co 14.29; 10.15).
Existe também o neopentecostalismo apóstata, formado, não por experiencialistas ingênuos, mas por pessoas que já propagaram e defenderam o pentecostalismo bíblico e apostataram da fé. Elas deram ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios (1 Tm 4.1). Propagam heresias e modismos pseudopentecostais, supostas conversas com santos mortos, arrebatamentos em grupo, transferência de unção, “avivamento extravagante, com rodopios e aviõezinhos ” etc.
O pseudopentecostalismo também subsiste fora do arraial evangélico. E é formado por pessoas não regeneradas, que crêem na intercessão dos “santos”, na mediação de Maria, ignorando 1 Timóteo 2.5 e João 14.6, etc. No entanto, a Bíblia nos ensina que o Espírito Santo é dado somente aos que obedecem a Deus (At 5.32). O próprio Senhor Jesus afirmou que o mundo não pode receber o Espírito de verdade (Jo 14.17).
O que é o antipentecostalismo?
Os antipentecostais, diferentemente dos cessacionistas, além de não crerem nas verdades bíblicas esposadas pelos pentecostais, ridicularizam estes. Aliás, é um direito que lhes assiste privar-se da sobrenaturalidade do Evangelho, à disposição de todos os salvos (At 2.39). Mas eles vão mais além e zombam dos crentes que crêem na atualidade da manifestação multíplice do Espírito. Eles são extremamente racionalistas e tradicionalistas (cf. 1 Co 2.14,15).
Reconheço que há um grupo de cessacionistas que diz aceitar apenas uma parte das manifestações do Espírito descritas nas Escrituras. Eles alegam que determinadas operações do Espírito Santo foram apenas para os dias dos apóstolos. Entretanto, os cessacionistas extremistas (antipentecostais) nutrem uma aversão aos pentecostais, chegando a afirmar que estes estão endemoninhados.
Os antipentecostais também se mostram iracundos, irônicos e zombeteiros, a ponto de fazerem gracejos deselegantes com as línguas (que os pentecostais crêem ser dadas pelo Espírito Santo) ou chamá-los de 'pentecas'. E mais: alguns antipentecostais têm até desafiado os pentecostais para embates na Internet e os consideram ignorantes, incapazes de refutar as suas argumentações.
Que Deus nos ajude a combatermos o erro de fora e de dentro (At 20.27-30; 2 Pe 2.1,2). E, para fazermos isto de modo honesto e verdadeiro, primeiro temos de saber identificar e distinguir bem todas as coisas, a fim de que não julguemos tudo segundo a aparência, mas “segundo a reta justiça” (Jo 7.24). Obreiro (a) cuida de ti mesmo e também da doutrina.
Deus nos abençoe

1ª EBOM - Cuidando de ti mesmo e da doutrina




Cuidando de ti mesmo e da doutrina



        Pastor Marcelo de Souza
    Igreja Batista Unida da Graça

9. Cuidados para se ter um ministério dinâmico.

Nesta série de artigos sobre o tema "Ministério dinâmico", citarei  algumas atitudes que o obreiro do Senhor Jesus deve ter para dinamizar o seu ministério.
Antes de tudo, é importante destacar que a Bíblia afirma a necessidade de o obreiro dinamizar o seu ministério. Paulo, por exemplo, em Filipenses 3.13,14, escreve:  “E avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo”. E em Romanos 11.13, ele diz: “...enquanto for apóstolo dos gentios, glorificarei o meu ministério”. Ou seja, o obreiro deve avançar no seu ministério e procurar "glorificá-lo".
Em 1 Coríntios 12.31, Paulo disse: “...e eu vos mostrarei um caminho ainda mais excelente”. Aqui, depois de falar sobre os dons espirituais, ele estava apresentando o amor como "um caminho ainda mais excelente". Mas, o que quero destacar nessa passagem é que o apóstolo estimula seus leitores a buscarem "um caminho ainda mais excelente". Em Jeremias 3.15, o profeta fala de "pastores (...) que vos apascentem com ciência e com inteligência". E 1 Cônicas 19.10 diz: “...fez escolha dentre os mais escolhidos de Israel”. Deus deseja que seus servos sirvam com ciência, inteligência e sejam selecionados entre os melhores ("os mais escolhidos").
Mas, como o obreiro do Senhor pode melhorar o seu desempenho?
Ele deve melhorar a si mesmo como pessoa; melhorar o seu preparo; melhorar o seu desempenho, como exemplo para o rebanho (1Pe 5.3). Vamos, portanto, as atitudes que o ajudarão nesse sentido.
 1) O Obreiro deve ler muito - Todo obreiro deve ler muito. Ler sempre, e acima de tudo, a Bíblia. Mas também ler livros comuns, dicionários, comentários, manuais, atlas, gramáticas, devocionais, jornais, revistas etc. Paulo disse a Timóteo: "Persiste em ler" (1Tm 4.13).
O primeiro livro do Novo Testamento inicia com a palavra “livro” (Mt 1.1). E em 2 Timóteo 4.13, Paulo no final de seu ministério, no seu último livro, nos momentos finais de sua vida, falou sobre a importância da leitura para ele: "Quando vieres, traze a capa que deixei em Trôade, em casa de Carpo, e os livros, principalmente os pergaminhos".

2) O Obreiro deve cursar formalmente, e continuar com um bom autodidata - Fazer cursos bíblicos e também cursos seculares. Em Êxodo 5.1, observamos Moisés comparecendo perante Faraó, rei do Egito, o país mais desenvolvido daquela época, e ele era um homem preparado (At 7.22).
Em Atos 17.15ss, vemos Paulo em Atenas, o maior centro cultural daquela época. Paulo era um homem preparado.
Apolo, em Atos 18.24,25, é descrito como “eloqüente, poderoso nas Escrituras, e ensinava”.
3) O Obreiro deve fazer sempre sua autocrítica - O obreiro pode fazer isso de várias maneiras.

4) O Obreiro deve contactar e conviver com pessoas espirituais e cultas - Pessoas espirituais e cultas em cultura bíblica, e também secular; cultura polivalente. Geralmente, tais pessoas são simples na sua maneira de ser. Também o obreiro deve freqüentar ambientes culturalmente seletos. Em Colossenses 4.7-18, podemos observar aqui os obreiros auxiliares que cooperavam, acompanhavam e assistiam o apóstolo Paulo nos seus trabalhos e nas suas viagens:
 - Tíquico, vv 7,8.
- Onésimo, v.9.
- Aristarco, v.10.
- Marcos, o sobrinho de Barnabé, v.10
- Jesus, chamado Justo, v.11
- Epafras, v.12.
- Lucas, o médico amado, v.14.
- Ninfa, v.13 (no original, o nome Ninfa está no caso acusativo de declinação gramatical (Nymphan); daí não se saber se trata de nome masculino (Nymphas) ou o nome feminino (Nympha) (É o mesmo caso de Romanos 16.7, onde lemos “Júnia”. No original, está no caso acusativo: "Ioyniam").

5) O Obreiro deve cuidar bem da sua aparência e postura pessoal - Fazer sempre auto-avaliação de sua postura e aparência pessoal, a saber:
- Higiene pessoal: saúde, banho, unhas, cabelo, barba, dentes, hálito, narinas, olhos, óculos, odores do corpo (axilas, pés, sudorese, estomatite), lenços, etc.
- Alimentação.
- Roupa que combine bem (inclusive terno de peças distintas).
- Atos 20.28, e 1 Timóteo 4.16 orienta o leitor: “Tende cuidado de ti mesmo”.

vejamos agora as oito características para termos um ministério dinâmico:

6) O Obreiro deve ser um bom observador e também um observador bom
O obreiro deve estar sempre atento para não perder as boas lições da escola da vida. Confira 1 Coríntios 7.21 (“aproveita a ocasião”). Em Atos 17.16,23, observamos Paulo em Atenas. Enquanto ele aguardava a chegada de Silas e Timóteo, não perdeu a oportunidade.

7) O Obreiro deve sempre estudar a Palavra de Deus
Estudar a Bíblia, e não apenas lê-la. A igreja está enchendo-se de obreiros de todas as categorias (e também de não-obreiros) que estudam e conhecem a Teologia, sem, contudo estudarem a Bíblia. Em Mateus 22.29, o escritor registrou as seguintes palavras de Jesus: “Errais não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus”.

8) O Obreiro deve aceitar a crítica construtiva
Devemos aceitar tal crítica de quem sabe e pode fazê-la. Para alguém (inclusive eu e você) fazer crítica construtiva, significa que:
- O crítico deve apontar com amor, humildade e sinceridade os méritos da pessoa criticada (Confira a forma como o vidente de Deus Jeú dirige-se ao rei Josafá, em 2 Crônicas 19.3,4). Apontar méritos sem amor, humildade e sinceridade é bajular, e isso resulta em mal para os dois lados.
 - O crítico deve apontar com amor, humildade, e sinceridade os deméritos da pessoa criticada. Fazer isso sem amor, humildade e sinceridade é ofender e irritar tal pessoa.
- O crítico deve apontar soluções práticas à pessoa criticada, mas com amor, humildade e sinceridade. Isso demonstra que você sabe fazer melhor do que ela as coisas que você está a criticar.

9) O obreiro deve freqüentar conferências, convenções, seminários, escolas bíblicas, estudos bíblicos e outros eventos para obreiros
Em 2 Timóteo 2.15, Paulo diz que o obreiro deve "maneja(r) bem a Palavra da Verdade”. Em 2 Timóteo 2.2, ele diz que devem ser “idôneos para ensinarem os outros”. Em 2 Tm 2.21, fala que devem ser “preparados para toda a boa obra”. E em Efésios 4.11-16, cita entre os dons ministeriais a qualdiade de “mestre”.

10) O obreiro deve buscar sempre a Glória de Deus
Em tudo o que o obreiro é e faz e vê no santo ministério por ele desempenhado, ele deve buscar sempre a glória de Deus (Is 42.8; 48.11). Deus diz: “A minha glória, pois, a outrem não darei”. Em 1 Pedro 4.11, lemos: “A quem pertence a glória e o poder para todo sempre. Amém”.

11) O obreiro deve ser humilde de espírito
Em Provérbios 11.2, lemos: “Com os humildes está a sabedoria”. Em Salmos 25.8, está escrito:  “...e com os mansos ensinará o seu caminho”. Em Jeremias 45.5, há a pergunta: “E procuras tu grandezas?”. O obreiro humilde de espírito aprende mais, aprende mais rápido e aprende correto, porque o orgulho faz a pessoa aprender errado. O obreiro humilde aprende para a vida inteira, não esquece mais.

12) O obreiro deve orar, orar mais, e orar muito mais
Em Jeremias 33.3, Deus diz: “Clama a mim, e responder-te-ei, e anunciar-te-ei coisas grandes e firmes que não sabes”. Uma das escolas do Senhor para o obreiro é a escola da oração. Há muitas coisas do santo ministério, da doutrina bíblica, da vida e do trabalho do obreiro que este só aprende na escola da oração.
13) O obreiro deve ter continuamente o “óleo” da unção divina sobre si
A Bíblia fala que o santo óleo da unção sobre Arão, o sacerdote, deveria estar continuamente sobre ele (Lv 21.12). Esse óleo é um tipo do Espírito Santo na mente, na vida e no ministério prático do obreiro. Leia Êxodo 29.7,21; 30.25; 40.13-15; Levítico 8.1-3,13,30; e Salmos 89.20; 133.2; 23.5; 133.2.
a) “O óleo precioso sobre a cabeça” (de Arão, o sacerdote). No obreiro, o óleo da unção do Espírito continuamente sobre a sua MENTE e seus departamentos.
b) O óleo precioso “que desce sobre a barba, a barba de Arão”. No obreiro, o óleo da unção do Espírito deve estar continuamente sobre o VIVER, isto é, seu caráter, seu proceder. Defeitos e deturpação do caráter têm estragado e arruinado o ministério de muitos obreiros, homens e mulheres. A barba entre os hebreus tinha o sentido figurado da honra, do caráter.
c) O óleo precioso “que desce à orla de seus vestidos” (de Arão, o sacerdote). “Vestidos” aqui são uma referência às vestes ministeriais de Arão. Veja Êxodo 28.4ss; 39.1ss; e Levítico 8.5-9,30.

d)  Arão e os demais sacerdotes usavam vestes sacerdotais na administração do culto sagrado, dos ritos e práticas no Tabernáculo do Senhor. No obreiro, o óleo da unção do Espírito deve estar continuamente sobre o exercício, sobre o desempenho do seu ministério, do início ao fim.
Obreiros do Senhor Jesus, cuide de ti mesmo e da doutrina.